sábado, 11 de abril de 2009

Cinema do interior paranaense no fim de semana santo

Silly Blog trazendo pra vocês as atualizações fresquinhas (ou nem tanto assim) das telas de cinema de Foz do Iguaçu/PR. Na quarta-feira fui no Iguassu Boulevard ver Zack and Miri Make a Porno, ou, se preferir, PAGANDO BEM, QUE MAL TEM?

Aproveito a brecha e abro aqui uns parênteses para afirmar minha alegria em ver esse belo título no cartaz nacional da película, seguido de um: JANEIRO NOS CINEMAS. Bacana, bacana. Ainda mais entrando na sessão de cinema correspondente a semana de estréia do filme nessa cidade e se sentir um privilegiado por assisti-lo, assim, tão cedo em oito de abril.

Bom, mas voltando ao título... é uma comédia por si só. E como não gosto de ver trailers, ler muito ou me aprofundar além de uma breve sinopse antes de ver um filme, parecia uma boa oportunidade para levar minha mãe comigo, uma vez que ela só gosta de filmes leves e comédias, coisa que não vejo com muita freqüência nos cinemas. Ela aparentemente gostou do cartaz. Lógico que ocultei a informação que possuía sobre o título original. Não sei se ela aceitaria muito bem um filme com a palavra “pornô” no meio. Imaginava que não, mas resolvi arriscar e dar uma chance para o acaso. Afinal afinal, não tinha companhia para ir comigo.

Digamos que minha mãe não é muito
“moderna” para curtir o tipo de comédia que assistimos. Esperávamos, logicamente, que envolvesse sexo, mas não tão “hardcore” como foi. No fim das contas, é um bom filme, mas longe de um para se levar sua mãe no feriado santo, hehe. E muito aquém dos principais trabalhos de Kevin Smith e dos recentes (e fantásticos) blockbusters estrelando Seth Rogen.

Passemos então para o dia seguinte, e para o Cineplex Cataratas. Lá tive a oportunidade de na quinta-feira escolher entre os hits oscarianos O Leitor e O Lutador (ambos com estréia em Fevereiro, nas salas de cinema mais decentes do Brasil). Fiquei com O Leitor. Ótimo. Envolve sexo também, e de uma adulta com um adolescente, mas de uma forma mais “bonita”, digamos assim.

Melhor ainda que sair dessa sessão atrasada é pegar um anúncio da Blockbuster relatando que ambos os filmes chegam mês que vem na locadora. Mas as novidades -
NOT! - não param por aí.

- pegei vosse, EHEEHE

Foi na sexta-feira, que começou a temporada iguaçuense do também oscarizado Slumdog Millionaire, ou se preferir – em bom (mal?) português - Quem quer ser um milionário?. Mas esse não deu tempo deu ver, assim como O Lutador. Bom, nenhuma lágrima necessita ser derramada, provavelmente muito em breve esses títulos estarão disponíveis em uma locadora próxima à minha residência.

DVD - fikdik

Em Foz do Iguaçu ou não, pra quem vai ficar com a pipoca de microondas opte por In Bruges. Nacionalmente conhecido como Na Mira do Chefe. Simplesmente formidável.
Assim que tiver um tempo sobrando de novo, verei o Rebobine, Por Favor. Já estou com uma cópia do filme. Faz tempo quero ver, mas não tive acesso a nenhum cinema que estivesse com ele em cartaz. Interessante que na versão nacional de Be Kind, Rewind há um subtítulo (sim, eles não morreram). Logo, o título completo estampado na capa é Rebobine, por favor - uma LOUCADORA muito LOUCA. Haja criatividade, hein.

P.S.: Alguém sabe o responsável pela escolha desses títulos brasileiros para os filmes estrangeiros? Não é possível! SÓ PODE ser uma pessoa (mediante levantamento da variação de palavras e idéias apresentadas no decorrer dos anos) e essa pessoa SÓ PODE ser irmã do LOUCUTOR da Sessão da Tarde. Vai gostar de aventura e confusão assim na ... LOUcadora.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Roteiro de filme

O Corinthians venceu o jogo de ontem com gol de Ronaldo no fim da partida. Venceu? Venceu sim! Só não somou os três pontos porque a regra é burra!
Pensei em escrever um relato da minha emoção, como fiel torcedor, ao ver o espetáculo de ontem. Aquele de um Timão abalado no primeiro tempo e no começo da segunda etapa, resurgindo com força e energia com a entrada da dupla Dentinho/Dentão, em dia inspirado do último. Porém... depois que entrei no Blog do Juca, achei desnecessário gastar neurônios e escrever qualquer comentário a mais a respeito do reencontro do Fenômeno com as redes.
Eis aqui a trancrissão de
comentário do jornalista, que foi ao ar no Jornal da CBN desta segunda-feira, 9 de março de 2009:

Ronaldo Fenômeno e a literatura fantástica

Gabriel García Márquez, em sua infinita criatividade, nem em seu extraordinário "Cem anos de solidão" foi capaz de imaginar situações como as vividas por dois brasileiros.

Por mais que o Brasil não tenha nenhum escritor que se inscreva no topo da literatura fantástica latino-americana, o país é pródigo em ser mais fantástico que a literatura.

Que outro país, por exemplo, tem um episódio como o de Tancredo Neves, o presidente que foi sem jamais ter sido?

E que outro país tem um ídolo como Ronaldo.

Depois de ter desafiado a realidade duas vezes, eis que ontem ele foi personagem de acontecimentos que beiram não só o fantástico, mas como, também, o surreal.

Entrou em campo num jogo aparentemente perdido para mudá-lo da água para o vinho, em apenas 31 minutos e cinco participações impressionantes.

Sofreu uma falta clara não marcada na entrada da área, deu um drible desconcertante num adversário, mandou um balaço no travessão do Palmeiras, deu um passe da linha de fundo para quase o empate corintiano, e, para coroar, marcou de cabeça, nos acréscimos o gol da vitória, da sua vitória.

O que será daqui para frente ao futuro pertence.

Mas o que já aconteceu em Presidente Prudente é suficiente para dizer que ele não é desse mundo.

Porque ninguém como Ronaldo tem sido capaz de fazer o real parecer um sonho ou fazer de um sonho realidade.

Como a morte de Tancredo Neves, a vida de Ronaldo confunde o que é verossímil com o inverossímil.

Amanhã, quando alguém contá-la, se não estiver muito bem documentada, haverá quem diga que é exagero.

Ainda bem que a vida dele em campo está toda gravada.

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quarta-feira, 4 de março de 2009

É hoje! ...

... e nos programas esportivos, segue a ladainha!

Não é de hoje que sabemos que o único jornalista embasado, coeso e sóbrio do Gazeta Esportiva é o Celso Cardoso. Porém umas bobagens ditas pelo, recorrente bobalhão, Osmar Garrafa motiva o post de hoje.

As diretorias de clube em quase de todo o mundo, frequentemente, privilegiam o aspecto comercial em detrimento do aspecto tático de um time. Muitos clubes com direção afobada colocam ganhos financeiros imediatos a frente de um planejamento consistente e um trabalho tático bem feito. Não raro esse roteiro é continuamente repetido no Brasil.

FINALMENTE um clube, recém saído de uma ressaca de série B e do oba-oba de investidores estrangeiros, tenta percorrer o caminho contrário (árduo e penoso caminho, diga-se de passagem). Como muito foi falado, o Ronaldo é uma poderosa arma comercial no Timão. Mas mais, muito mais, que isso ele é um CRAQUE. Ainda tem gás, ou, pelo menos, ainda existe uma fé tremenda no futebol dele. Sabe-se que não será como nos tempos áureos, mas está longe de ser um jogador aposentado ainda em atividade (alguém aí disse Luizão? Amoroso? - Túlio Maravilha e Marcelinho estão excluídos, visto que ainda prestam serviços competentes para os clubes onde atuam).

Ao contrário do rival alvi-verde do Corinthians, que ainda mantém o time refém de investidores que só pensam em usar o time como vitrine internacional (vide Traffic e os casos Kléber e Keirrison), o Corinthians se libertou (não totalmente, mas em boa medida) das amarras de investidores gananciosos e egoístas, que investem com a única finalidade de observarem suas cifras aumentarem no futuro (o tão falado investimento ao longo prazo, e que dá certo!).

Antônio Carlos foi pressionado a pedir demissão. Ronaldo foi multado em 40 mil pela extravagância. A Mano Menezes foi concedida a LIBERDADE de escalar um jogador de carne e osso PÓS-CONTUSÃO a uma estréia a nível de ser humano, não de super-herói. Um retorno gradual e planejado aos campos de futebol.

Ronaldo já fez sua festa de chegada ao Timão, aliás, televisionada ao vivo pela Rede Bandeirantes e noticiada no mundo todo. Não há a necessidade de sacrificar um jogador pós-contusão com uma estréia penosa enfrentando adversários com mais fôlego, ritmo de jogo e menor idade (em sua maioria) que ele apenas pela "festa" e pelo dinheiro. O aspecto tático deve prevalecer!

A idéia de entrar no segundo tempo deve se repetir contra o Palmeiras e a festa VAI, inevitavelmente, acontecer com lotação máxima e idem poder comercial frente ao São Caetano, pela décima terceira rodada do Paulistão.

André Sanchez está para um arquiteto, o homem ideal para unir o aspecto comercial com o tático no Coringão, quanto o falastrão do Garrafa está para um palhaço. Ou melhor, para um palhaço em particular! Exatamente como o Coringa se auto-define em Batman, O cavaleiro das trevas: um cachorro-louco [mad dog] que simplesmente corre atrás do pneu dos carros, sem ter a menor idéia do que fazer se, por ventura, um dia os pegar.

A saúde do Ronaldo e a longevidade no Corinthians valem mais, obrigado. Não dá pra esperar mais escândalos e pela vontade do craque de entrar em campo se esvair. Bem como não dá para estrear tarde demais, e pior, de titular de uma vez, colocando a saúde do jogador em risco. A HORA É AGORA, e aos poucos. E daqui a sete dias: festa no Pacaembu com estádio lotado. Alguma dúvida quanto a isso?

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

R.I.P. cocozão

Hoje venho até vocês comentar uma notícia que me abalou profundamente:
Monumento demolido
Cocozão - Ponta Grossa/PR

quanta ingratidão...

O cocozão foi o responsável por PG ser conhecida internacionalmente!!!

Assim como a Vila Velha representa a expressão máxima da beleza natural da cidade o cocozão representava o mesmo quanto a beleza construída pelo homem (literalmente e figurativamente falando).

Close no Cocozão

Top 10 da lista das esculturas mais bizarras do mundo, agora fica apenas na memória dos bem-aventurados que a conheceram pessoalmente. Um insulto aos contribuintes! O dinheiro público virou merda (claramente)... mas uma vez que tava lá, que que custava deixar?! CAGADA EM DOBRO. Em três pelotinhas de merda distintas se for considerar também o insulto a visão do artista malandrão, burlador do sistema, que a partir de uma desculpa de araucária-metalizada (tá bom, sei...) usou a obra para criticar o poder público, na melhor das hipóteses. Ou, na pior delas, fez uma excelente piada de humor negro. Nem que tenha sido sem-querer-querendo.

Em gastos financeiros estima-se que a obra tenha custado R$ 200.000,00 reais. Os valores são desencontrados, a versão oficial é de que custou 90 mil, mas devido a diversos problemas
enfrentados em sua concepção
, a quem diga que o valor chegou a 300 mil.

O cocozão era o que colocava PG no mapa-mundi. Agora já era. Por nenhum motivo justificável a cidade cairá no esquecimento e escuridão e sou obrigado a dizer: R.I.P. cocozão.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

É ruim, mas é bão

Já se sentiu confuso e, logo em seguida, completamente eufórico e instigado a compreender um filme? Muholland Drive de David Lynch, por exemplo, é referência básica para cinéfilos cult e para aqueles que se aventuram a conhecer o submundo do cinema-charada, aqueles que são, do berço, confusos e complicados por esportividade.

Briga de gangues: mais do mesmo... no caso de Ritchie, quem disse que precisa mudar?

Bem menos complexo e mais comercial do que a obra de Lynch, um filme que me tirou o sono nos últimos dias é Revólver (2005), de Guy Ritchie. Ele foi visto primeiramente por mim alguns dias antes da minha viajem para praia e para Curitiba, oportunidade em que fiquei uma semana fora de casa. No sábado, antes de fazer as malas, estava lá eu e minha namorada a se deleitar com o filme quando o DVD player da república dela (muito, muito, muito [premiada Vivo] velho e usado) simplesmente travou o filme antes da metade e se recusou a funcionar dali em diante.

No dia seguinte, retomamos de onde parou aqui em casa. Como é de se imaginar, a continuidade foi prejudicada. Não entendi bulhufas... mas cheguei até o fim. Em um filme já não-linear e complicado, tal pausa é piada de mau gosto. Viajei e não deu tempo de ver o resto. Retornei ontem. Agora - após uma semana com passagens do filme martelando em minha cabeça - com mais tempo e já com a dica de como terminava a estória, revolvi sanar minhas dúvidas quanto à trama.

Revólver é um filme que confunde. De propósito, por estilo, sem muito material concreto para atingir tal nível de embromação. Trata-se de uma experiência visual fantástica. Muito estiloso tem uma excelente montagem, trilha sonora certeira e moderna, frases de efeito para Orkut e Msn, boa fotografia, monólogos ácidos, ritmo acelerado, quase bom de mais... Quase. Quando se chega ao âmago da reflexão proposta (
o ego é o inimigo) fica explícito os nós exagerados na trama. Contribui para a desvalorização da película as atuações irregulares e pasteurizadas de Ray Liotta, André 3000 (não convence, melhor cantando rap solo ou ao lado de seu parceiro de Outkast, Big Boi) mais alguém que provavelmente me foge a mente agora e de um ou outro capanga das gangues.

Oi! Meu nome é Ray Liotta. Não sou muito expressivo, mas sei fazer caras e bocas. Who's bad?!

Ainda sim é um filme para se ver mais de uma vez. Seja pela reflexão proposta, pelos efeitos visuais marcantes (a cena da queda na escada em câmera lenta e o atropelamento do Mr. Green permanecem imortalizadas em meu imaginário) ou pela simples ação e violência de primeiríssima, no melhor estilo
mamãe:quero-ser-Tarantino. Revólver não inova, não surpreende, mas impressiona.


Quero ver RocknRolla agora (apesar das críticas não muito animadoras)! E fico ansioso no aguardo Sherlock Holmes. O ex-Madonna pode não ser nenhum gênio, mas ainda sim é um entretenimento honesto e de qualidade. Rara espécime nos blockbusters atuais.
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sábado, 7 de fevereiro de 2009

A melhor música já escrita

Olá rockeiro leitor. Hoje o post vai ser longo e venho até você para contar sobre aquela música que me proporciona, como já pode aferir o título, os segundos auditivos mais prazerosos e preciosos de todo o mundo. Resolvi escrever esse post após minha última viagem de ônibus, voltando de Foz para Ponta Grossa (ainda bem que ninguém comenta aqui mesmo, que acho dispensável uma piadinha, tipo: “não consegue ficar longe, né? Sempre volta! Você gosta da Ponta Grossa? HahaHAHhahaha... boring.)

Pois é, estava eu lá me remexendo (MUITO, remexo... MUITO) sem sono [de praxe], escutando minhas queridas músicas no meu Sony Ericsson Walkman W200a [de praxe], quando, de súbito, me vejo em uma grande enrascada: não estava com vontade de escutar NENHUMA das muitas músicas que tinha no meu cartão de 2 gigabytes.

Esses enjôos às vezes acontecem comigo.Não deixo de gostar das músicas, mas fico sem paciência para, praticamente, tudo que tenho no meu repertório. Infeliz mesmo... Tinha AC/DC, Bo$$ in Drama, Cooper Cobras, Forgotten Boys, Hot Chip, Metallica, Pública, Rock Rocket, Mundo Livre S/A, Killers, White Lies, etc etc etc. E não me descia nada. Tava sem saco pra todos.

Quando após alguns minutos meus olhos encontram um nome e bate aquela saudade. Escolho o cd do Ramones (S/t, 1996) para ouvir. Ahhhh, o bom e velho Ramones. Impossível desgostar não importa seu estado de espírito. E me reencontrei com aquela que considero o 1:56 mais prazeroso da história do rock.

rrrrrrrrrrrrrrrrock

Chain Saw, conhecida também como a faixa 5 do primeiro disco dos moleques americanos.

Com todos aquelas vogais felizes e sem significado por si só: “Oh, ohoh, uouuo, uou ohoh ohoh” a música começa, e continua no refrão com aqueles bacinkg vocals praieiros a la Beach Boys, grudando na orelha, e, AINDA SIM, consegue ser uma canção dark. É uma canção de terror. Mas cantada da forma mais alegre e contagiante que você vai ouvir na sua vida. É como se, os já citados, Beach Boys usassem jaquetas de couro, curtissem um burguer king, fliperama, b-movies e tivessem fugido da casa de Letherface às pressas, deixando a namorada para trás.

Mas no caso não é nada disso, trata-se de mais uma das grandes canções do álbum de estréia dos Ramones, ofuscada pelo brilho de hits como “Blitzkrieg Bop”, “Beat On The Brat”, “Judy Is A Punk” e “I Wanna Be Your Boyfriend”, entre outros.

É uma música que fala sobre como o amor da vida da personagem ficou presa na casa do Letherface e nunca mais vai sair de lá, e nada melhor que uma serra elétrica para começar. Esse som permeia figurativamente a música toda através de uma possível analogia aos riffs de Johnny Ramone, tão destruidores e contínuos quanto uma moto-serra.

Seja pelo riff certeiro, seja pela fantástica e inspirada voz de um primeiro álbum do Joey, pela simplicidade e humor negro da letra... é a música que mais me faz feliz.


Curiosidade: A Mono, grife gaúcha de roupas alternativas super coll - hoje sobrevivendo desmembrada sob a égide de duas marcas distintas: a Sound & Vison (nome inspirado em música de David Bowie) e a Needles & Pins (nome inspirado em música dos Ramones) – fez uma estampa (sugerida por esse que vos escreve na comunidade do Orkut :D) para celebrar tal esquecida música no acervo de excelentes petardos dos Ramones.

why so serious?!

Segue link para ouvir a música, a letra (para escutar e cantar J) e a tradução tosca e literal encontrada no Google, para quem não manja a língua da terra do Obama.


The Ramones - Chainsaw


"Chain Saw"

Oh, oh, oh
Sitting here with nothin' to do
Sitting here thinkin' only of you
But you'll never get out of there
She'll never get out of there.
Texas chain saw massacre
They took my baby away from me
But she'll never get out of there
She'll never get out of there
I don't care, wohoho

When I saw her on the corner
She told me told me told me told me
She wouldn't go far
Ooh, now I know I'm so much in love
'Cause she's the only girl that I'm ever thinking of


Tradução tosca em: http://www.cifras.com.br/traducao/ramones/chain-saw

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Clint Eastwood rules!

PODE LER. Ess post é SPOILER free. *

Viram 'A Troca'? Achei o filme super bom e super triste. A Angelina, apesar de interpretar uma personagem muito feminina, tá "real bad-ass". No começo mansinha, depois, o demônio.
Não queira cruzar o caminho dessa mamãe obcecada por cirancinhas ou vai sobrar para você! A ira pura provocado pela perda e aliada a maquiagem de toneladas de pó branco cria uma aura de fantasma que impõe respeito em qualquer mané. Vide abaixo.

tá encarando o quê?

A vida imita a arte. A Angelina da vida real tem tantos, mais tantos filhos que aposto que se trocassem um dos dela por uma sósia, como a do filme, ficaria bem difícil dela notar a diferença. Imaginem a cena:

- "Madame, resgatamos o seu filho. Esse é Zahara."
- "Ohhhnnn, até que enfim Zahara está aqui"
- "Perdão, perdão. Me enrolei todo! Esse é o Maddox.

Situação difícil.


* Esse post não contém informações que ultrapassem a carga de revelações da trama que qualquer sinopse sucinta ou o próprio trailer do filme já não revelem.

ps.1: O título não tem nada a ver com o post, eu sei. Só pra deixar constatado que Clint Eastwood é o cara! E estou feliz com mais essa bela contribuição de puro cinema que ele nos proporcionou.

ps.2: Esse post vai para a Tati. Que acaba de ganhar um milhão de reais (NOT!) o prêmio de honra ao mérito por me ajudar pacientemente com todos os belos 'gadjets' operando nesse blog (que você pode desfrutar ali na saliente barra lateral, caro leitor). Obrigado! Veste a medalha, que ela é tua!


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