quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Clint Eastwood rules!

PODE LER. Ess post é SPOILER free. *

Viram 'A Troca'? Achei o filme super bom e super triste. A Angelina, apesar de interpretar uma personagem muito feminina, tá "real bad-ass". No começo mansinha, depois, o demônio.
Não queira cruzar o caminho dessa mamãe obcecada por cirancinhas ou vai sobrar para você! A ira pura provocado pela perda e aliada a maquiagem de toneladas de pó branco cria uma aura de fantasma que impõe respeito em qualquer mané. Vide abaixo.

tá encarando o quê?

A vida imita a arte. A Angelina da vida real tem tantos, mais tantos filhos que aposto que se trocassem um dos dela por uma sósia, como a do filme, ficaria bem difícil dela notar a diferença. Imaginem a cena:

- "Madame, resgatamos o seu filho. Esse é Zahara."
- "Ohhhnnn, até que enfim Zahara está aqui"
- "Perdão, perdão. Me enrolei todo! Esse é o Maddox.

Situação difícil.


* Esse post não contém informações que ultrapassem a carga de revelações da trama que qualquer sinopse sucinta ou o próprio trailer do filme já não revelem.

ps.1: O título não tem nada a ver com o post, eu sei. Só pra deixar constatado que Clint Eastwood é o cara! E estou feliz com mais essa bela contribuição de puro cinema que ele nos proporcionou.

ps.2: Esse post vai para a Tati. Que acaba de ganhar um milhão de reais (NOT!) o prêmio de honra ao mérito por me ajudar pacientemente com todos os belos 'gadjets' operando nesse blog (que você pode desfrutar ali na saliente barra lateral, caro leitor). Obrigado! Veste a medalha, que ela é tua!


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

de volta, de novo, pela primeira vez

Para o bem estar da circulação sanguínea nos meus dedos e em prol do exercício da escrita periódica, eis que tento pela milésima vez começar um blog na internet.


Um blog é uma linguagem um tanto quanto ofuscada pela nova geração de estrombelhagens virtuais. Neguinho vai me perguntar: por quê não um Twitter? Até abri um esses dias, mas achei meio perigoso. Sei lá. A idéia de “poucos caracteres são o suficiente” aliada à perspectiva de um possível vício emergente em ter que relatar todo pensamento que, no mais perfeito egocentrismo, eu considerar relevante para a comunidade virtual me assusta. Então… blog. Oldschool, baby.

Mas pra ser sincero, sempre tive um pouco de medo de blog também. As pessoas adoram julgar (criticar) as opiniões alheias. O status quo é pautado pela síndrome do BBB. Todos somos avaliados como pessoa e essência boa ou má pelo que falamos e/ou escrevemos. A ponto de sermos insultados por uma piada que o povo não tendeu (tente?), ou por ser contra alguma coisa que alguém é muito fã. Já tentou falar mal de Los Hermanos em uma roda de pessoas com camisetas listradas? Não? Irecomendável. E cuidados com as piadas - de qualquer valor, personagem, grupo e linguagem - como já diria aquela comunidade: "O problema em ser irônico..." http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=6009768

Mas, whatahell, onde já se viu jornalista ter medo da opinião pública? Ou você encara a galerë havida por sangue ou se enfia num buraco.

Eu escolho o número 1, por favor. Até onde minha paciência (preguiça) permitir novamente.