segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Histeria eleitoreira
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Corinthians, 100 anos: na Stock Car, "Corrida do Milhão" completa semana festiva


E coincidência de datas para comemorar o marco não podia acontecer: na mesma semana do centenário, o alvinegro da Stock Car disputa a "Corrida do Milhão", um dos maiores eventos do automobilismo sul-americano, marcada para o dia 5 de setembro. E a expectativa não podia ser melhor: em uma das corridas do ano passado em solo paulista, Zonta, ex-piloto das equipes McLaren, BAR, Jordan, Toyota e Renault na F-1, brigou pela liderança e só não venceu por causa de uma punição.
Corintiano de corpo e alma, o campineiro Jorge Neto é só alegria: de torcedor fervoroso, passou a vestir a camisa, literalmente, da equipe do coração neste ano. "Gostaria de parabenizar o Corinthians pelo seus cem anos de vitorias, superação, suor e lágrimas. Já chorei muito por esse time, tanto de alegria quanto de tristeza. E, como bom torcedor, estou do lado, apoiando, em qualquer situação", conta."Esta tem sido uma semana bastante especial para nós", comenta Zonta. "Queremos parabenizar a todos os seguidores desta religião que é o Corinthians, e pretendemos fazer uma festa digna neste fim de semana para este que é um dos clubes mais importantes do mundo. Vamos lutar com muita garra para recompensar todos os torcedores do Timão com um bom resultado em Interlagos", afirma o paranaense, que também corre de preto e branco no Mundial de FIA GT, com um Lamborghini.

sábado, 14 de agosto de 2010
Zé do Caixão abre série de debates na Bienal Internacional do Livro

Ele respondeu a várias perguntas de uma plateia formada predominante por jovem, posou para fotos e se surpreendeu com o assédio para os autógrafos do livro, editado em 2008, sob o título O Livro Horripilante de Zé do Caixão. Mujica contou que tem se dedicado a escrever a sua próxima obra Minhas Memórias, a ser lançada no início de 2011.
Não é só no Brasil que Zé Caixão faz sucesso. Recententemente, ele foi homenageado na Europa. “Fiquei emocionado ao saber que mesmo na Eslovênia eu tenho um público fiel”. Em seguida, quando estava a caminho de um dos estandes da Bienal , soltou o urro característico de seu personagem, para a alegria de dezenas de visitantes. Alguns deles fotografaram a cena. “As pessoas, principalmente os adolescentes, gostam de tudo aquilo que é proibido, misterioso e perigoso.”
terça-feira, 13 de julho de 2010
Fotos de shows no Flickr
Você pode visualizar por álbuns, aqui: http://www.flickr.com/photos/augusto2999/sets/
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Stop motion urbano
sexta-feira, 2 de julho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
O porquê o Beatles é a maior banda de todos os tempos
Esses dias, o vocalista da minha banda questionou a fama dos Beatles, se eles a mereciam e dizendo que não consegue enxergar aonde eles acertaram tanto para ter a maior fama que uma banda já teve na história. Eu, como bom fã do quarteto de Liverpool, quis elucidar a cabeça do meu amigo e , como efeito colateral, tive a vontade de escrever esse post, compartilhando meus argumentos com os internautas.
A resposta não é algo simples, não é matemática. Mas, posso apresentar aqui alguns fatos, como fã e pesquisador da banda, que comprovam por A + B o porquê o título é merecido, sim.
Os Beatles foram gênios. Tudo o que foi escutado no rock depois dos Beatles direta ou indiretamente tem algo de Beatles! Quebraram paradigmas desde o início da carreira. Ao serem apadrinhados pelo produtor Brian Epstein adotaram os ternos e a postura de bons moços. Depois, foram direto para o estúdio e já saíram de lá com o primeiro single, "Love Me Do"/"P.S. I Love You". Este e o sucessor, "Please Please Me"/"Ask Me Why", serviram para colocá-los no topo do Mersey Sound (nome do estilo correspondente as inovadoras bandas do noroeste da Inglaterra – região de Merseyside – que mesclavam o skiffle com o rythm and blues). E, assim, abriram caminho para quebrar o primeiro paradigma, ao emplacar o álbum de estréia “Please Please Me” no topo das paradas, feito inédito para um debut, e marca conquistada em menos de surpreendentes 48 horas.
Este início bem detalhado foi só pra mostrar que logo de cara a banda foi pioneira. Para não me estender muito, daqui a diante, vamos a linhas gerais da revolução Beatle:
Pioneiros nas técnicas de gravação – O quarteto de Liverpool foi à primeira banda a utilizar diversos efeitos pioneiros na gravação e na pós-produção. Temos solos de guitarra e frases cantadas ao contrário, pianos amplificados por cubos de guitarra e overdubs (técnica de colagem de músicas para produzir canais de gravação extra), além de (no final da carreira) uma música feita inteiramente com colagens de sons e falas (Revolution 9).
Pioneiros na musicalidade – O Beatles começaram seguindo a cartilha das gravadoras, tocando muitos covers e se comportando dentro do papel de bons moços. E até no feijão com arroz eles conseguiram ser os melhores, ponto inicial que deu a eles fama mundial e, muito brevemente, liberdade para poderem fazer as próprias músicas da maneira que bem entendessem. Aí brilhou o lado experimental e de pesquisador de cada músico: foram os pioneiros na introdução de elementos da música oriental (composições de Harrison), pioneiros no heavy metal (Helter Skelter), pioneiros no formato de álbum conceitual, seminais no formato videoclípitico (com os musicais para cinema e TV), e mais várias coisas que não me lembro neste exato momento...
Logo, se fosse reduzir a uma fórmula matemática de argumentos o segredo para o sucesso imensurável
dos Beatles, eu diria que fica em: muita dose de talento concentrada em personalidades distintas + pioneirismo em uma pluralidade de áreas da música e da indústria fonográfica. Soma-se a isso uma boa dose de assessoria bem trabalhada, com álbuns saindo logo após os filmes, exposição na mídia com frases polêmicas (Lennon afirmando que o grupo era mais popular que Cristo) e boatos que circundaram a carreira do grupo, como a de que Lennon tinha relações homossexuais com o produtor Brian Epstein e a lenda da morte de Paul.